Descrição
A hipertensão arterial (HTA) merece particular destaque pela sua elevada prevalência na população portuguesa e pelo facto dos estudos de base epidemiológica publicados demonstrarem um controlo insuficiente. Pode ser dividida em hipertensão arterial essencial quando os pacientes com HTA e não têm nenhuma causa definível ou em hipertensão secundária quando se identifica a causa (minoria dos casos).
A HTA refere-se a um quadro de pressão arterial elevada, independentemente da causa. Quando se mede a pressão arterial, são registados dois valores. O mais elevado produz-se quando o coração se contrai (sístole) e o mais baixo corresponde ao relaxamento entre dois batimentos (diástole).
A hipertensão arterial é, geralmente, uma afeção assintomática. Contudo, a hipertensão arterial aumenta o risco de perturbações: cardiopatias sendo esta uma das causas mais comuns de morte dos hipertensos, angina de peito, enfarte do miocárdio e insuficiência cardíaca congestiva; alterações da retina e do sistema nervoso central (cefaleias occipitais com frequência pela manhã, oclusão vascular, AVC, hemorragia e encefalopatia) e lesões arterioscleróticas das arteríolas aferentes e eferentes e dos tufos capilares glomerulares, lesões glomerulares, inuficiência renal.
As arritmias cardíacas são outro problema cardíaco comum e é uma das principais causas de morte súbita no nosso país e na Europa. Uma arritmia é uma perturbação do ritmo dos batimentos cardíaco. Os sintomas de alerta são as palpitações, fadiga, vertigens, tonturas, transpiração irregular, enfraquecimento, falta de ar, dor de peito e ansiedade.
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